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Ainda hoje, não é raro encontrarmos pessoas que reagem de forma preconceituosa quando sabem do processo psicoterapêutico de qualquer conhecido.

Por muito tempo, a imagem do adoecido mental era reduzida à loucura. Ainda no início do século XX, pouco se conhecia sobre a importância da saúde mental e as pessoas que manifestavam comportamento indesejado pela sociedade eram abandonadas ou levadas aos manicômios sem atendimento adequado.

Young Woman With Anxiety Disorder

A crítica por esse modelo veio a partir da segunda metade do século XX, iniciada pelo psiquiatra italiano Franco Basaglia. O reflexo dessa iniciativa no Brasil se deu nos anos de 1970, quando os profissionais da saúde e familiares se mobilizaram pela causa.

Em 2001, a Lei Federal 10.216, que trata da proteção e dos direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais, entrou em vigor visando o redirecionamento do modelo assistencial em saúde mental. Essa lei originou a Política de Saúde Mental para garantir ao paciente um tratamento integrado à família e à sociedade ao invés da institucionalização.

De toda forma, ainda nos deparamos com o preconceito relacionado aos transtornos e deficiências mentais. Exemplificada por várias atitudes discriminatórias, temos situações como: um empregador que nega a contratação de alguém por conta do histórico depressivo ou de ansiedade, a demissão de um funcionário após a apresentação de um atestado médico de doença mental, o olhar discriminatório das pessoas quando alguém não condizente ao que a sociedade espera como normal está em ambiente público, etc.

Algumas vezes o próprio paciente se discrimina desistindo de procurar ajuda profissional com receio ou vergonha das consequências. Na contramão dessas situações, está em tramitação oProjeto de Lei do Senado nº 236/2012, que busca tornar tal atitude, nomeada agora como psicofobia,  em crime.

É necessário que a sociedade entenda mais do sofrimento mental, suas dificuldades e consequências para que as condições psíquicas possam ser assumidas sem culpa, identificadas precocemente e procuradas devidas ajudas e tratamentos de forma eficiente, livres do envolto de temor e segredo.

Dificuldades que afetam o emocional e as relações interpessoais, trancafiando a pessoa na barreira de não conseguir manter relações duradouras e satisfatórias com o meio social, precisam ser olhadas e escutadas por profissional para o acompanhamento e avaliação da saúde mental.

Existem diversas divisões e graus de dificuldades psíquicas que vão desde mais ou menos danosas a vida do sujeito. O tratamento adequado e precoce auxilia na manutenção da vida com menos sofrimentos e inibições.

A teoria psicanalítica do sofrimento mental

A Psicanálise define 3 tipos de dificuldades mentais, as quais são nomeadas e encaradas não como “transtornos” mas sim como estruturas psíquicas: as neuroses, as psicoses e as perversões. Cada uma delas definirá a conduta do tratamento.

De forma muito breve, resumida e em colocações para o público em geral compreender:

Neuroses

É quando há tensão excessiva e um conflito persistente na mente. A neurose não interfere na percepção da realidade. Neste grupo estão dificuldades como: as ansiedades, as fobias e os transtornos obsessivos e compulsivos.

A ansiedade é definida por um sentimento de angústia e preocupação exagerada, que podem levar a reações físicas como tremores, palpitações, suor e falta de ar. Já as fobias estão intimamente ligadas ao medo, podendo ocorrer quando a pessoa se expõe a determinadas situações, animais ou mesmo objetos.

O sofrimento obsessivo-compulsivo acontece quando uma ideia se impõe repetidamente à consciência de forma incontrolável e a pessoa age impulsiva e compulsivamente.

Psicose

Trata-se de uma desestruturação da personalidade eestão como características das psicoses desencadeadas: comportamentos não condizentes com a realidade, alucinações, delírios e sensações persecutórias.  As esquizofrenias, as paranóias e os transtornos maníacos-depressivos são alguns casos.
Perversões

Os perversos caracterizam-se pela idéia do não limite que se reflete em condutas de pouca ou nenhuma consciência moral. Roubar, mentir, matar e assaltar não causa estranhamento uma vez que a lei não está para o perverso. Os seus interesses são egoístas e a capacidade afetiva é esmagada.

 

É importante salientar que este foi um esboço extremamente reduzido sobre alguns acometimentos psíquicos patlógicos. O sofrimento emocional quer sejam as neuroses, as psicoses(loucura) ou as sociopatias(perversões) são eventos complexos que demandam a articulação de conhecimento específicos. Para tanto, se você conhece alguém que precisa de tratamento, converse e procure conhecer mais sobre o assunto. As pessoas com distúrbio mental precisam de ajuda para levarem uma vida próxima ao normal. Entre em contato conosco: www.psicologacuritiba.net/contato

 

Fonte:

www.ccs.saude.gov.br

www.abp.org.br

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