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O Mal das Drogas que vem com Bula

O Mal das Drogas que vem com Bula Não é de hoje que o uso de substâncias psicoativas é feita pelo homem, que ao decorrer dos anos, se deparou com uma diversidade de medicamentos psicotrópicos cada vez mais populares na vida cotidiana. A medicalização social, como podemos assim chamar, expandiu-se rapidamente na humanidade, junto com a grande promessa de alterar os sentidos e tratar precisamente de anormalidades psíquicas do ser humano. A ilusão atinge níveis estratosféricos: o mal das drogas que vem com bula, mostra-se evidente quando o paciente não consegue atingir a idéia de “livrar-se” de seu sofrimento (mesmo depois de várias doses) e a amargura segue lhe visitando todos os dias. Vivemos em uma época em que o sentir ganha proporções que beiram o insustentável. Diante do sofrimento e da...

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Mal de Alzheimer e a perda do “eu”

Aos poucos, a pessoa perde a noção do tempo, não reconhece aquele sobrinho querido e nem mesmo a própria imagem no espelho. O mal de Alzheimer começa a dar sinais e o sujeito passa a conviver com um estranho tendo sensação de desamparo. A memória se perde, as palavras escapam, a comunicação se embaralha. O acompanhamento dessa demência com a psicoterapia, principalmente no início da doença, oferece novas possibilidades de tratamento, pois é nessa fase que se pode interferir no processo de esquecimento. O profissional é parte fundamental para resgatar as memórias, visto sua capacidade de estudo dos mecanismos inconscientes que fazem parte da composição do ser humano. Existem alterações subjetivas no desenvolvimento do mal de Alzheimer. As funções da memória como a percepção, a atenção, o pe...

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As transformações do sofrimento psíquico

Para o psicanalista e professor Livre-Docente do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Christian Ingo Lenz Dunker, o sofrimento humano não é idêntico ao longo do tempo e nem igual para todas as culturas. Segundo ele, a histeria foi um paradigma que fundou a psicanálise. É uma forma de sofrer que revelou para o Ocidente que existia uma autonomia do sofrimento psíquico. Freud pesquisou mulheres que sofriam com dores e anomalias no corpo e descobriu que se tratavam de palavras e frases amordaçadas. Até Freud, o sofrimento psíquico era interpretado sob duas óticas: poderia ser um problema médico ou moral. O sofrimento não era entendido do ponto de vista da subjetividade. Quando desenvolve a psicanálise, o pensador lança uma teoria sobre o inconsciente e um novo método de...

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